O ALVINEGRO DA SERRA
Oi amigos blogueiros. Continuando nossas colunas sobre o Treze Futebol Clube, hoje está disponível uma sobre a conquista do paraibano, em junho, pelo Treze. Só para situar, a final do paraibano 2005 foi disputada em dois jogos nos quais enfrentaram-se o vencedor do primeiro turno, o Treze, e o vencedor do segundo turno, o campinense. Em 29.05, o Treze venceu pelo placar de 3x1 e em 04.06, o Treze venceu pelo placar de 3x0. Inquestionável título. Boa leitura e divirtam-se. FELIZ 2006.
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Em que pese as denúncias de corrupção que assolam Brasília, permitam-me desopilar um pouco e escrever sobre o momento vivido pelo campeão paraibano de 2005. Quando o Treze sagrou-se campeão, enchi-me de orgulho. No ano de seu octogésimo aniversário o galo ainda pode dar muitos presentes aos seus torcedores.
Tive o inenarrável prazer de ver a final do paraibano ao lado de torcedores que são verdadeiros militantes galistas, iguais a mim: Mário Carneiro, o historiador do galo, Braúlio Tavares, o trezeano nômade e Jairo Oliveira, inimitável em seu modo nervoso de torcer. Somos realmente nômades galistas que se movem sempre em busca de testemunhar o sucesso alvinegro, mesmo que em noite de sábado junino para um amigão esvaziado pela pequenez do presidente do campinense que, por ter o mando do jogo, majorou absurdamente os preços dos ingressos para R$ 20,00 a arquibancada. Ruim apenas para ele, porque a torcida galista fez do amigão um território conquistado, infelizmente, por WxO.
O título 2005 comoveu o torcedor alvinegro e foi mais um momento na história deste esquadrão imbatível. O que se viu neste primeiro semestre, foi um time digno de proezas que só quem alcança 80 anos é capaz de perpetrar. Esse time será lembrando por muitas gerações de torcedores tais como lembram dos times de 66, 81/82/83, 86, 2000/01, dentre outros. Times cujos torcedores sabem de suas escalações na ponta da língua. Times que motivaram seus torcedores a invadir as ruas e delas fazerem palco de porres de felicidade. Times e jogadores que resguardaram de maneira sobre-humana e nobre as cores alvinegras que compulsam as emoções de seus torcedores. Um time que deu exemplo de como deve se portar, dentro e fora das quatro linhas, um escrete que quer ser campeão.
Vivo o Treze em sua plenitude e em suas histórias que são contadas de gerações a gerações, de pais para filhos. Confesso que vivo o Treze na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza.
Muitos momentos fazem a história e muitas histórias compõem o tempo. Pelo Treze eu vivo um momento e conto uma história, enquanto o tempo passa. Espero estar vivo daqui a 20 anos, no centenário do Galo, mas nunca se sabe por que como disse o filósofo “o tempo empresta, nunca dá”.
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Em que pese as denúncias de corrupção que assolam Brasília, permitam-me desopilar um pouco e escrever sobre o momento vivido pelo campeão paraibano de 2005. Quando o Treze sagrou-se campeão, enchi-me de orgulho. No ano de seu octogésimo aniversário o galo ainda pode dar muitos presentes aos seus torcedores.
Tive o inenarrável prazer de ver a final do paraibano ao lado de torcedores que são verdadeiros militantes galistas, iguais a mim: Mário Carneiro, o historiador do galo, Braúlio Tavares, o trezeano nômade e Jairo Oliveira, inimitável em seu modo nervoso de torcer. Somos realmente nômades galistas que se movem sempre em busca de testemunhar o sucesso alvinegro, mesmo que em noite de sábado junino para um amigão esvaziado pela pequenez do presidente do campinense que, por ter o mando do jogo, majorou absurdamente os preços dos ingressos para R$ 20,00 a arquibancada. Ruim apenas para ele, porque a torcida galista fez do amigão um território conquistado, infelizmente, por WxO.
O título 2005 comoveu o torcedor alvinegro e foi mais um momento na história deste esquadrão imbatível. O que se viu neste primeiro semestre, foi um time digno de proezas que só quem alcança 80 anos é capaz de perpetrar. Esse time será lembrando por muitas gerações de torcedores tais como lembram dos times de 66, 81/82/83, 86, 2000/01, dentre outros. Times cujos torcedores sabem de suas escalações na ponta da língua. Times que motivaram seus torcedores a invadir as ruas e delas fazerem palco de porres de felicidade. Times e jogadores que resguardaram de maneira sobre-humana e nobre as cores alvinegras que compulsam as emoções de seus torcedores. Um time que deu exemplo de como deve se portar, dentro e fora das quatro linhas, um escrete que quer ser campeão.
Vivo o Treze em sua plenitude e em suas histórias que são contadas de gerações a gerações, de pais para filhos. Confesso que vivo o Treze na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza.
Muitos momentos fazem a história e muitas histórias compõem o tempo. Pelo Treze eu vivo um momento e conto uma história, enquanto o tempo passa. Espero estar vivo daqui a 20 anos, no centenário do Galo, mas nunca se sabe por que como disse o filósofo “o tempo empresta, nunca dá”.

2 Comments:
o duelo ao qual vc se refere foi a decisao do segundo turno e nao a do campeonato. ao contrario do q vc escreveu, o campinense nao ganhou o segundo turno coisa nenhuma. se tivesse ganho, teria sido vice-campeao paraibano. como se sabe, o treze venceu OS DOIS turnos. o nacional, por ter feito a melhor campanha na soma dos dois turnos, sagrou-se vice (vaga na serie c); e o botafogo, ficou em terceiro (vaga na copa do brasil).
O companheiro Bruno tá correto. O jogo decidia o turno e se o Treze ganhasse, seria campeão direto, como aconteceu. Bem lembrado!!
Maio
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